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O
processo Solavite
começou a ser pesquisado na Europa em 1935, pelo cientista
francês André Emile Barbier, baseado nas teorias do cientista
Dinamarquês Hans Cristian Oersted e nas Leis de Faraday.
Todas estas experiências foram confirmadas mais tarde pelo cientista
americano Joseph Henry, primeiro diretor do "Smithsonian Institute".
Em 1.966, o físico brasileiro Luís Carlos de Lima Meneses
uniu-se ao físico André Emile Barbier, na França,
para juntos darem seguimento às pesquisas e transformarem em
prática as teorias até então desenvolvidas, criando
o Catalisador Solavite.
Foram mais de 50 anos de pesquisa até que em 1989, o químico
Chaim Yosef J. F. Mariategui-Levi, PhD em química inorgânica,
em Nova York, apresentou o estudo cientifíco "Solavite
Water Treatment Systems”, tornando o Catalisador Solavite
conhecido pela comunidade científica mundial.
Solavite
altera as propriedades magnéticas das incrustações
formadas por minerais, a ponto de serem repelidas das paredes dos
condutores que anteriormente as atraiam e, ao mesmo tempo, não
permite que se formem novas incrustações.
Solavite,
tem portanto, a finalidade de limpar e manter limpas as canalizações
e equipamentos por onde circulam líquidos, evitando permanentemente,
as incrustações.
Solavite
não provoca corrosão nem eletrólise, não
usa produtos químicos, não requer nenhuma energia auxiliar,
nem mão de obra para seu desempenho e não altera quimicamente
os líquidos que por ele passam.
Solavite
pode ser usado em condutores, por onde circulam água, álcool,
gasolina, óleo bpf, bte, petróleo, diesel e óleo
cru.
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